CONFRATERNIZAÇÃO 2018 - ESCREVIVER


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CONFRATERNIZAÇÃO 2018

Obrigada pelo carinho de sempre.



Embora o grupo não estivesse completo, a festa foi muito boa.

Que venha 2019 cheio de garra e pesado de tanta inspiração!

Que brotem personagens inéditos, neologismos, metáforas e cenários fantásticos. Que o ano novo seja como um bom texto literário, agradável de se ler, e curioso de se conhecer. 

Que se registrem as ausências nesta festa: Ana Maria Pinto, Ledice Pereira, Dóris Albero, Maria Verônica. 















Gracias!!!


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Retornaremos em fevereiro - dia 5 e 6  - às 14:30 horas.

Até lá, saudade!

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FOTOS - LANÇAMENTO DOS LIVROS 2018


                     



 

Aqui estamos nós em meio às nossas criativas escritas.

A festa de lançamento foi espetacular. 

O sorriso que cada um estampava, não tinha preço.
Parabéns, autores EscreViver 2018!!




Muitas histórias ainda pairam para serem registradas, peguem-nas!

Não permitam que escapem os sonhos, a esperança, a motivação, as metas, a curiosidade, e a paixão...

Que a jornada seja plena de satisfação e alegrias.





  
































































Criadores de textos do EscreViver. Muito orgulho de vocês!

Esta foto foi na Pizzaria Camelo. Romano autografando também por lá. 













Suponho que muitos de vocês tenham outras fotos, peço que enviem para postá-las aqui.
Obrigada

LUA CHEIA - Sérgio Dalla Vecchia



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LUA CHEIA
Sérgio Dalla Vecchia

Lua cheia, musa inspiradora de amores escuros como a própria mata e tão claros como a próprio brilho desta fase plena.

Lá estava ele, Lúcio um homem só, ermitão por convicção, empurrado pelos infortúnios da vida.

Deitado aos pés de um jequitibá centenário, almofadado de folhas secas, olhava fixo para o céu. Não era um olhar normal, estava em transe evocando a grande transformação.

Em instantes, raios de Lua penetraram pelos seus olhos atônitos e uma descarga de energia inundou todo seu corpo.

Respiração ofegante, coração disparado, insuportáveis dores nos dedos que se transformaram em afiadas garras. Orelhas cresceram, pelos brotaram no corpo como capim na chuva.

Olhos vermelhos explodindo energia. Uivos caninos ecoaram pela floresta, revoando aves e amedrontando a todos.

Levantou-se em quatro pés, olhou novamente para a Lua cheia como que esperando uma missão a cumprir.

A resposta veio em forma de uma menina perdida na floresta, que apavorada pedia socorro aos gritos.

Orelhas em pé, narinas dilatadas e o bote sem piedade.

Farta refeição e um sono saciado.

Lucio acordou ao amanhecer, tinha fortes dores pelo corpo e teve dificuldade em levantar-se em dois pés.

A cabeça girava, de nada se lembrava, nem olhando para um chapeuzinho vermelho amarrotado sujo de sangue caído ao seu lado.

Assim, Lucio retomou à sua vida pacata de eremita, mas salivando para a próxima Lua Cheia.